A mulher que Deus havia levantado para alimentar Elias


A escassez humana e a suficiência divina. 


A mulher que Deus havia levantado para alimentar Elias durante o período da seca disse não possuir nada ou quase nada: “nem um bolo tenho, senão somente um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite numa botija; e, vês aqui, apanhei dois cavacos e vou prepará-lo para mim e para o meu filho, para que o comamos e morramos.” (1 Rs 17.12). De fato o que essa mulher possuía como provisão era algo humanamente insignificante! A propósito, o termo hebraico usado para punhado, dá a ideia de algo muito pouco! Era pouco, mas ela possuía! Deus queria operar o milagre a partir do que a viúva tinha.

A suficiência divina se revela na escassez humana. O pouco com Deus torna-se muito! 2. Deus, a prioridade maior. O profeta entrega à viúva de Sarepta a chave do milagre quando lhe diz: “porém faze disso primeiro para mim um bolo pequeno e trazemo para fora; depois, farás para ti e para teu filho” (1 Rs 17.13). O profeta era um agente de Deus, e atendê-lo primeiro significava colocar a Deus em primeiro lugar. O texto sagrado afirma que “foi ela e fez segundo a palavra de Elias” (1 Rs 1 7.1 5). Tivesse ela dado ouvidos à sua razão, e não obedecido as diretrizes do profeta, certamente teria perdido a bênção. O segredo, pois, é colocar a Deus sempre em primeiro lugar (Mt 6.33).

SINOPSE DO TÓ PICO

(3) Na escassez humana vemos a suficiência divina através do poder da Palavra de Deus.

RESPONDA 3. Que lições podemos aprender do milagre na casa da viúva? IV

- O PODER DA ORAÇÃO

1. A oração intercessora.

O texto de 1 Reis 17.1 traz a profecia de Elias sobre a seca em Israel. E, de fato, a seca aconteceu. Tiago, * porém, destaca que a predição de Elias foi acompanhada de oração: “Elias era homem sujeito às mesmas , paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, não choveu sobre s a terra" (Tg 5.17). Novamente o * profeta encontra-se diante de um novo desafio e somente a oração provará a sua eficácia. O filho da viúva morreu e Elias toma as dores da pobre mulher, pondo-se em seu lugar e clama ao Senhor (1 Rs 1 7.19,20). Deus ouviu e respondeu ao seu servo.

2. A oração perseverante.

Elias orou com insistência (1 Rs * 17.21). Ele estendeu-se sobre o „ menino três vezes! Isso demonstra a natureza perseverante de sua oração. Muitos projetos não se concretizam, ficam pelo caminho porque não são acompanhados de oração perseverante. O Senhor Jesus destacou a necessidade de sermos perseverantes na oração ao narrara parábola do juiz iníquo (Lc 18.1). É com tal perseverança que conseguiremos alcançar nossos objetivos.

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