O Pátio

A área do Tabernáculo, ou pátio, era definida por uma cerca retangular e uma entrada, como segue:
A cerca era formada por 60 tábuas.
A área delimitada era de 100 côvados por 50 côvados (45 m x 22,5 m).
As 60 tábuas eram feitas de madeira de acácia e revestidas por bronze (veja o Apêndice A).
As tábuas eram encaixadas verticalmente nas bases de bronze.
Cada tábua tinha uma altura de 5 côvados (2,25 m).
As tábuas eram mantidas em posição vertical por cordas amarradas às bases de bronze fixadas no solo.
Todos os ganchos, argolas e colchetes eram feitos de prata.
Um capitel de prata estava montado por cima de cada tábua.
Vinte tábuas ficavam no lado norte do Tabernáculo e vinte no lado sul.
Dez tábuas ficavam do lado oriental e dez no ocidental.
A entrada, que estava no lado oriental, tinha quatro tábuas e uma largura de 20 côvados (9 metros).
A entrada consistia de uma cortina de linho com obras de bordador em carmesim (vermelho vivo),
púrpura (violeta, ou roxo) e azul.
O restante da cerca era coberto por uma cortina de linho branco fino e torcido.
As cortinas ao longo de cada lado podem ter sido feitas de um rolo contínuo de tecido.
Nechosheth

A palavra hebraica nechosheth, que na tradução de João Ferreira de Almeida (ACF) aparece como bronze, pode ter sido o cobre. O bronze é uma liga de zinco e estanho, mas sabemos hoje que o zinco era muito raro nos tempos antigos. O cupralumínio é outra possibilidade. Uma liga de cobre e alumínio, ele era muito menos maleável do que o estanho e difícil de trabalhar sem ser recriado. Todas as famílias israelitas certamente possuíam diversos talheres de mesa feitos de cobre quando deixaram o Egito. Evidências arqueológicas mostram que esse metal era comumente usado naquele tempo. Ele também era de maior valor prático do que o bronze, pois podia ser moldado e transformado em novos objetos. Ele também podia ser polido e servir como espelho para propósitos cosméticos (veja Êxodo 38:8).

Temos também outra indicação em Deuteronômio 8:9, que diz: "... terra cujas pedras são ferro, e de cujos montes tu cavarás o cobre." Como o bronze é uma liga e não é encontrado em minas, o metal em questão mais provavelmente era o cobre.

Por esta e outras razões, muitos eruditos hoje acreditam que, na maioria das ocorrências (embora não necessariamente em todas) em que a palavra nechosheth é usada na Bíblia, ela na verdade significa cobre. Todavia, para evitar confusão, continuaremos a nos referir a esse metal como "bronze".

Metais

Três metais foram usados na construção do Tabernáculo — ouro, prata e bronze (cobre). Como já vimos, o número três indica plenitude, de modo que sabemos que esses metais transmitiam uma mensagem espiritual completa para os hebreus. Os eruditos bíblicos em geral concordam que:

O ouro significa divindade, ou justiça divina.
A prata significa expiação, redenção e santificação.
O bronze significa julgamento e a consequência do pecado.
Cores

O Tabernáculo consistia de dois grupos principais de cores, isto é, as três cores metálicas — ouro, prata e bronze — e quatro cores nos tecidos — azul, púrpura, vermelho e branco. Como um conjunto, esses quatro últimos denotavam universalidade e, portanto, uma verdade espiritual que era aplicável ao total da humanidade.

Azul, a cor do céu, significa a origem celestial de Cristo.
Púrpura (violeta, ou roxo), significa a realeza de Cristo.
Vermelho, significa o sangue derramado de Cristo.
Branco, significa a perfeita justiça de Cristo.
Outra cor notável era a da cobertura exterior do próprio Tabernáculo. Como esta é uma questão de conjetura, deixarei para discuti-la separadamente (veja o Cap. 5).

Embora a palavra "branco" não seja encontrada no Êxodo, ela é implícita pela palavra hebraica byssus, que significa linho fino. Assim, o termo "linho fino torcido (ou trançado)" significa um linho branco desbotado muito puro, do tipo mais caro, que normalmente estava disponível somente para a aristocracia egípcia. O livro do Apocalipse confirma a importância do linho fino como um símbolo da perfeita pureza quando declara:

"Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos." [Apocalipse 19:7-8].

A cerca que existia ao redor do pátio e que consistia de linho fino branco, declarava que somente uma pessoa vestida em justiça poderia entrar. As tábuas de acácia denotavam nossa humanidade, enquanto que o revestimento de bronze em cada uma delas declarava que toda a humanidade está sob julgamento diante de um Deus extraordinariamente santo.

A cerca poderia ter formado uma barreira permanente para as almas perdidas, se não existisse a mensagem de esperança retratada pelos capitéis no alto de cada tábua. A prata denota expiação e, portanto, aponta para o sangue derramado de Cristo.

A entrada única ficava no lado oriental do pátio. Ela consistia de uma passagem de quatro pilares, mostrando que ela estava acessível a toda a humanidade (quatro é o número da universalidade). A cortina que enfeitava a entrada também era feita de "linho fino torcido", mas era toda bordada com fios de cores azul, púrpura e carmesim. Essas cores eram um convite para todos fazerem uso da obra perfeita de Cristo, para virem até Ele em Sua divindade, a se submeterem à Sua soberania, a buscarem salvação em Seu sangue derramado, e aceitarem o dom da justiça perfeita que Ele somente pode outorgar.

O Tabernáculo constituía um retrato impressionante de Cristo. Cada detalhe de sua construção e suas várias atividades cerimoniais proclamavam algum aspecto da santidade, do propósito e da obra perfeita de Cristo. Por meio do Tabernáculo e de seus ritos cerimonias prescritos, o Pai Celestial estava apresentando a humanidade ao Seu Filho. Em particular, Ele estava retratando Seu plano de redenção, por meio do qual os homens caídos poderiam vir até Ele e se reconciliar com Ele.

Retratando Seu plano deste modo, Deus estava dizendo ao mundo que não há outro caminho para a salvação. Se nos recusarmos a vir até Ele de acordo com Sua santa vontade, seguindo o caminho que Ele especificou, nunca O encontraremos.

Isto significa que todas as outras religiões são falsas e nunca levarão a Deus? Sim, é exatamente o que significa. Isto não é algo que as pessoas gostem de ouvir, mas é a mensagem do Tabernáculo.

A Lei definiu um padrão que homem algum — exceto Cristo — conseguiu cumprir ("E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé." [Gálatas 3:11]). A grande esperança no Pentateuco está, não na obediência à Lei, mas na promessa do Tabernáculo, representada pelo Propiciatório no Santíssimo Lugar.

A Lei, que era representada pelas duas tábuas de pedra, confirmava com força terrível que o homem estava sob uma sentença de morte e que não havia absolutamente nada que ele poderia fazer para salvar-se. A Lei permitiu que o homem visse que sua condição era até pior do que ele tinha anteriormente imaginado. Mas, as tábuas da Lei estavam guardadas dentro da Arca, de forma que a ira de Deus, que elas continuamente autorizavam e convidavam, era mantida permanentemente sob controle pelo Propiciatório (uma tampa) que ficava sobre elas.

Os Dois Mantos

O Tabernáculo fala sobre Cristo de formas inesperadas. Considere, por exemplo, os dois mantos que foram colocados sobre Cristo imediatamente antes da crucificação:

"E os soldados o levaram dentro à sala, que é a da audiência, e convocaram toda a coorte. E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça. E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos Judeus!" [Marcos 15:16-18].

"E logo os soldados do presidente, conduzindo Jesus à audiência, reuniram junto dele toda a coorte. E, despindo-o, o cobriram com uma capa de escarlate; e, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus. E, cuspindo nele, tiraram-lhe a cana, e batiam-lhe com ela na cabeça. E, depois de o haverem escarnecido, tiraram-lhe a capa, vestiram-lhe as suas vestes e o levaram para ser crucificado." [Mateus 27:27-31].

A palavra grega para "púrpura" em Marcos é porphyra, enquanto que a palavra para escarlate em Mateus é kokkinos. Apesar do fato de duas cores distintas serem mencionadas, alguns comentaristas, incluindo Gill e Barnes, acreditam que, como a mesma sequência de eventos está sendo descrita em ambos os Evangelhos, o mesmo manto está sendo referido a cada vez. Mas, a tipologia do Tabernáculo diz algo diferente. As quatro cores nos tecidos do Tabernáculo são as mesmas cores que Cristo "vestiu" no dia de Sua crucificação. Além de sua túnica de linho branco, sobre o qual os soldados lançaram sortes, Cristo foi despido e vestido sucessivamente pelos soldados da guarda pretoriana com dois mantos diferentes, um de cor púrpura e outro vermelho. A quarta cor — azul — é a cor do céu, um céu sem nuvens.

O Tabernáculo e a Igreja

Se o Tabernáculo lida com a santidade de Deus, o estado caído do homem, os efeitos perniciosos do pecado, a necessidade de expiação, a morte e ressurreição de Cristo e a redenção da humanidade, então ele tem muito a dizer sobre a igreja!

Comparando a atitude e práticas da igreja professa com os princípios santos incorporados no Tabernáculo, devemos ser capazes de dizer se, e em que extensão, a igreja se mantém fiel ao seu rumo prescrito.

O Pátio, A área do Tabernáculo

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017
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Meios divinos de santificação.

São meios divinamente estabelecidos de santificação: o sangue de Cristo, o Espírito Santo e a Palavra de Deus. O primeiro proporciona, primeiramente', a santificação absoluta, quanto à posição perante Deus. É uma obra consumada que concede ao pecador penitente uma posição perfeita em relação a Deus. O segundo meio é interno, efetuando a transformação da natureza do crente. O terceiro meio é externo e prático, e diz respeito ao comportamento do crente. Dessa forma, Deus fez provisão tanto para a santificação interna como externa.

(a) O sangue de Cristo, (Eterno, absoluto e posicionai.) (Heb. 13:12; 10:10,14; 1João 1:7.) Em que sentido seria a pessoa santificada pelo sangue de Cristo? Em resultado da obra consumada de Cristo, o pecador penitente é transformado de pecador impuro em adorador santo. A santificação é o resultado dessa "maravilhosa obra redentora do Filho de Deus, ao oferecer-se no Calvário para aniquilar o pecado pelo seu sacrifício. Em virtude desse sacrifício, o crente é eternamente separado para Deus; sua consciência é purificada, e ele próprio é transformado de pecador impuro, em santo
adorador, unido em comunhão com o Senhor Jesus Cristo; pois, "assim o que santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos" (Heb. 2:11).

Que haja um aspecto contínuo na santificação pelo sangue, infere-se de 1 João 1:7: "O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado." Se houver comunhão entre o santo Deus e o homem, necessariamente terá que haver uma provisão para remover a barreira de pecado, que impede essa comunhão, uma vez que os melhores homens ainda assim são imperfeitos. Ao receber Isaías a visão da santidade de Deus, ele ficou abatido ao perceber a sua falta de santidade; e não estava em condições de ouvir a mensagem divina enquanto a brasa do altar não purificasse seus lábios. A consciência do pecado ofusca a
comunhão com Deus; confissão e fé no eterno sacrifício de Cristo removem essa barreira. (1 João 1:9.)

(b) O Espírito Santo. (Santificação Interna.) (1 Cor. 6:11; 2 Tess. 2:12; 1 Ped. 1:1,2; Rom. 15:16.) Nessas passagens a santificação pelo Espírito Santo é apresentada como o início da obra de Deus nos corações dos homens, conduzindo-os ao inteiro conhecimento da justificação pela fé no sangue aspergido de Cristo. Tal qual o Espírito pairava por cima do caos original (Gên. 1:2), seguindo-se o estabelecimento da ordem pelo Verbo de Deus, assim o Espírito paira sobre a alma humana, fazendo-a abrir-se para receber a luz e a vida de Deus. (2 Cor. 4:6.)

O capítulo 10 de Atos proporciona uma ilustração concreta da santificação pelo Espírito Santo. Durante os primeiros anos da igreja, a evangelização dos gentios retardou-se visto que muitos cristãos-judeus consideravam os gentios como "imundos", e não-santificados por causa de sua não conformidade com as leis alimentares e outros regulamentos mosaicos. Exigia-se uma visão para convencer a Pedro que aquilo que o Senhor purificara ele não devia tratar de comum ou impuro. Isso importava em dizer que Deus fizera provisão para a santificação dos gentios para serem o seu povo. E
quando o Espírito de Deus desceu sobre os gentios, reunidos na casa de Cornélio, já não havia mais dúvida a respeito. Eram santificados pelo Espírito Santo, não importando se obedeciam ou não às ordenanças mosaicas (Rom. 15:16), e Pedro reptou os judeus que estavam com ele a negarem o símbolo exterior (batismo nas águas) de sua purificação espiritual. (Atos 10:47; 15:8.)

(c) A Palavra de Deus.

(Santificação externa e prática.) (João 17:17, Efés 5:26; João 15:3; Sal. 119:9; Tia. 1:23-25.) Os cristãos são descritos como sendo "gerados pela Palavra de Deus"(l Ped. 1:23). A Palavra de Deus desperta os homens a compreenderem a insensatez e impiedade de suas vidas. Quando dão importância à Palavra arrependendo-se e crendo em Cristo, são purificados pela Palavra que lhes fora falada. Esse é o início da purificação que deve continuar através da vida do crente. No ato de sua consagração ao ministério, o sacerdote israelita recebia um banho sacerdotal completo, banho que nunca se repetia; era uma obra
feita uma vez para sempre. Todos os dias porém, era obrigado a lavar as mãos e os pés. Da mesma maneira, o regenerado foi lavado (Tito 3:5); mas precisa uma separação diária das impurezas e imperfeições conforme lhe forem reveladas pela Palavra de Deus, que serve como espelho para a alma. (Tia. 1:22-25.) Deve lavar as mãos, isto é, seus atos devem ser retos; deve lavar os pés, isto é, "guardar-se da imundície que tão facilmente se apega aos pés do peregrino, que anda pelas estradas deste mundo".

Meios divinos de santificação. O sangue de Cristo

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O tempo da santificação.

A santificação reúne: 1) idéia de posição perante Deus e instantaneidade; 2) prática e progressiva.
(a) Posicional e instantânea. A seguinte declaração representa o ensino dos que aderem à teoria de santificação da "segunda obra definida", feita por alguém que ensinou essa doutrina durante muitos anos:
Supõe-se que a justificação é obra da graça pela qual os pecadores, ao se entregarem a Cristo, são feitos justos e libertados dos hábitos pecaminosos. Mas no homem meramente justificado permanece um princípio de corrupção, uma árvore má, "uma raiz de amargura", que continuamente o provoca a pecar. Se o crente obedece a esse impulso e deliberadamente peca, ele perde sua justificação; segue-se portanto, a vantagem de ser removido esse impulso mau, para que diminua a possibilidade de se desviar. A extirpação dessa raiz pecaminosa é santificação. Portanto, é a purificação da natureza de todo pecado congênito pelo sangue de Cristo (aplicado pela fé ao realizar-se a plena consagração), e o fogo purificador do Espírito Santo, o qual queima toda a escória, quando tudo é depositado sobre o altar do sacrifício. Isso, e somente isso, é verdadeira santificação — a segunda obra definida da graça, subseqüente à justificação, e sem a qual essa justificação provavelmente se perderá.

A definição supra citada ensina que a pessoa pode ser salva ou justificada sem ser santificada. Essa
teoria, porém, é contrária ao ensino do Novo Testamento.
O apóstolo Paulo escreve a todos os crentes como a "santos" (literalmente, "os santificados") e como já santificados (1 Cor. 1:2; 6:11). Mas essa carta foi escrita para corrigir esses cristãos por causa de sua carnalidade e pecados grosseiros. (1 Cor. 3:1; 5:1,2,7,8.) Eram "santos" e "santificados em Cristo", mas alguns desses estavam muito longe de ser exemplos de cristãos na conduta. Foram chamados a ser santos, mas não se portavam dignos dessa vocação santa.
Segundo o Novo Testamento existe, pois, um sentido em que a santificação é simultânea com a justificação.

(b) Prática e progressiva. Mas será que essa santificação consiste somente em ser conferida a posição de santos? Não, essa separação inicial é apenas o começo duma vida progressiva de santificação. Todos os cristãos são separados para Deus em Jesus Cristo; e dessa separação surge a nossa responsabilidade de viver para ele. Essa separação deve continuar diariamente: o crente deve esforçar-se sempre para estar conforme à imagem de Cristo. "A santificação é a obra da livre graça de Deus, pela qual o homem todo é renovado segundo a imagem de Deus, capacitando-nos a morrer para o pecado e viver para a justiça." Isso não quer dizer que vamos progredir até alcançar a santificação e, sim, que progredimos na santificação da qual já participamos.

A santificação é posicionai e prática — posicional em que é primeiramente uma mudança de posição pela qual o imundo pecador se transforma em santo adorador; prática porque exige uma maneira santa de viver. A santificação adquirida em virtude de nova posição, indica-se pelo fato de que todos os coríntios foram chamados "santificados em Cristo Jesus, chamados santos" (1 Cor. 1:2). A santificação progressiva está implícita no fato de alguns serem descritos como "carnais" (1 Cor. 3:3), o que significa que sua presente condição não estava à altura de sua posição concedida por Deus. Em razão disso, foram exortados a purificar-se e assim melhorar sua consagração até alcançarem a perfeição. Esses dois aspectos da santificação estão implícitos no fato de que aqueles que foram tratados como santificados e santos (1 Ped. 1:2; 2:5), são exortados a serem santos (1 Ped. 1:15). Aqueles que estavam mortos para o pecado (Col 3:3) são exortados a mortificar (fazer morto) seus membros pecaminosos (Col 3:5). Aqueles que se
despiram do homem velho (Col. 3:9) são exortados a vestirem-se ou revestirem-se do homem novo. (Efés 4:22; Col. 3:8.)

O tempo da santificação.

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Natureza da santificação

Em estudo anterior afirmamos que a chave do significado da doutrina da expiação, encontrada no Novo Testamento, acha-se no rito sacrificial do Antigo Testamento. Da mesma forma chegaremos ao sentido da doutrina do Novo Testamento sobre a santificação, pelo estudo do uso no Antigo Testamento da palavra "santo".

Primeiramente, observa-se que "santificação", "santidade", e "consagração" são sinônimos, como o são: "santificados" e "santos". Santificar é a mesma coisa que fazer santo ou consagrar. A palavra "santo" tem os seguintes sentidos:

(a) Separação. "Santo" é uma palavra descritiva da natureza divina. Seu significado primordial é
"separação "; portanto, a santidade representa aquilo que está em Deus que o toma separado de tudo quanto seja terreno e humano — isto é, sua perfeição moral absoluta e sua divina majestade.
Quando o Santo deseja usar uma pessoa ou um objeto para seu serviço, ele separa essa pessoa ou aquele objeto do seu uso comum, e, em virtude dessa separação, a pessoa ou o objeto toma-se "santo".

(b) Dedicação. Santificação inclui tanto a separação de, como dedicação a alguma coisa; essa é "a condição dos crentes ao serem separados do pecado e do mundo e feitos participantes da natureza divina, e consagrados à comunhão e ao serviço de Deus por meio do Mediador".
A palavra "santo" é mais usada em conexão com o culto. Quando referente aos homens ou objetos, ela expressa o pensamento de que esses são usados no serviço divino e dedicados a Deus, no sentido especial de serem sua propriedade. Israel é uma nação santa, por ser dedicada ao serviço de Jeová; os levitas são santos por serem especialmente dedicados aos serviços do tabernáculo; o sábado e os dias de festa são santos porque representam a dedicação ou consagração do tempo a Deus.

(c) Purificação. Embora o sentimento primordial de "santo" seja separação para serviço, inclui também a idéia de purificação. O caráter de Jeová age sobre tudo que lhe é consagrado. Portanto, os homens consagrados a ele participam de sua natureza. As coisas que lhe são dedicadas devem ser limpas. Limpeza é uma condição de santidade, mas não a própria santidade, que é, primeiramente, separação e dedicação.

Quando Jeová escolhe e separa uma pessoa ou um objeto para o seu serviço, ele opera ou faz com que aquele objeto ou essa pessoa se torne santo. Objetos inanimados foram consagrados pela unção do azeite (Êxo. 40:9-11). A nação israelita foi santificada pelo sangue do sacrifício da aliança. (Êxo. 24:8. Vide Heb. 10:29). Os sacerdotes foram consagrados pelo representante de Jeová, Moisés, que os lavou com água, ungiu-os com azeite e aspergiu-os com o sangue de consagração. (Vide Lev.,

Como os sacrifícios do Velho Testamento eram tipos do sacrifício único de Cristo, assim as várias abluções e unções do sistema mosaico são tipos da verdadeira santificação que alcançamos pela obra de Cristo. Assim como Israel foi santificado pelo sangue da aliança, assim "também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta" (Heb. 13:12).
Jeová santificou os filhos de Arão para o sacerdócio pela mediação de Moisés e o emprego de água,
azeite e sangue. Deus o Pai (1 Tess. 5:23) santifica os crentes para um sacerdócio espiritual (1 Ped. 2:5) pela mediação do Filho (I Cor. 1:2,30; Efés 5:26; Heb 2:11), por meio da Palavra (João 17:17; 15:3), do sangue (Heb. 10:29; 13:12) e do Espírito (Rom. 15:16; 1 Cor. 6:11; 1 Ped. 1:2).

(d) Consagração, no sentido de viver uma vida santa e justa. Qual a diferença entre justiça e santidade? A justiça representa a vida regenerada em conformidade com a lei divina; os filhos de Deus andam retamente ( 1 João 3:6-10). Santidade é a vida regenerada em conformidade com a natureza divina e dedicada ao serviço divino; isto pede a remoção de qualquer impureza que estorve esse serviço. "Mas como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver" (1 Ped. 1:15). Assim a santificação inclui a remoção de qualquer mancha ou sujeira que seja contrária à santidade da natureza divina.
Em seguida à consagração de Israel surge, naturalmente, a pergunta: "Como deve viver um povo santo?" A fim de responder a essa pergunta, Deus deu-lhes o código de leis de santidade que se acham no livro de Levítico. Portanto, em conseqüência da sua consagração, seguiu-se a obrigação de viver uma vida santa. O mesmo se dá com o cristão. Aqueles que são declarados santos (Heb. 10:10) são exortados a seguir a santidade (Heb. 12:14); aqueles que foram purificados (1 Cor. 6:11) são exortados a purificar-se a si mesmos (2 Cor. 7:1).

(e) Serviço. A aliança é um estado de relação entre Deus e os homens no qual ele é o Deus deles e eles o seu povo, o que significa um povo adorador. A palavra "santo" expressa essa relação contratual. Servir a Deus, nessa relação, significa ser sacerdote; por conseguinte, Israel é descrito como nação santa e reino de sacerdotes (Êxo. 19:6). Qualquer impureza que venha a desfigurar essa relação precisa ser lavada com água ou com o sangue da purificação.
Da mesma maneira os crentes do Novo Testamento são "santos", isto é, um povo santo consagrado. Pelo sangue da aliança tornaram-se "sacerdócio real, a nação santa... sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo" (1 Ped. 2:9,5); oferecem o sacrifício de louvor (Heb. 13:15) e dedicam-se como sacrifícios vivos sobre o altar de Deus (Rom. 12:1).
Assim vemos que o serviço é elemento essencial da santificação ou santidade, pois é esse o único sentido em que os homens podem pertencer a Deus, isto é, como seus adoradores que lhe prestam serviço. Paulo expressou perfeitamente esse
aspecto da santidade quando disse acerca de Deus: "De quem eu sou, e a quem sirvo" (Atos 27:23). Santificação envolve ser possuído por Deus e servir a ele.

Natureza da santificação santidade

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Os meios de regeneração.

(a) Agência divina. O Espírito Santo é o agente especial na obra de regeneração. Ele opera a transformação na pessoa. (João 3:6; Tito 3:5.) Contudo, todas as Pessoas da Trindade operam nessa obra. Realmente as três Pessoas operam em todas as divinas operações, embora cada Pessoa exerça certos ofícios que lhe são peculiares. Dessa forma o Pai é preeminentemente o Criador; contudo, tanto o Filho como o Espírito Santo são mencionados como agentes na criação. O Pai gera (Tia. 1:18) e no Evangelho de João, o Filho é apresentado como o Doador da vida. (Vide caps. 5 e 6.)
Notem especialmente a relação de Cristo com a regeneração do homem. É ele o Doador da vida. De que maneira ele vivifica os homens? Vivifica-os por morrer por eles, de forma que, ao
comerem sua carne e beberem seu sangue (que significa crer em sua morte expiatória), eles recebem
a vida eterna. Qual é o processo de conceder a vida aos homens? Uma parte da recompensa de Cristo era a prerrogativa de conceder o Espírito Santo (Vide João 3:3,13; Gál.3:13,14), e ele ascendeu para que pudesse tomar-se a Fonte da vida e energia espiritual (João 6:62; Atos 2:33). O Pai tem vida em si (João 5:26); portanto, ele concede ao Filho ter vida em si; o Pai é a Fonte do Espírito Santo, mas ele concede ao Filho o poder de conceder o Espírito; desta forma o Filho é um "Espírito vivificante" (1 Cor. 15:45), tendo poder, não somente para ressuscitar os mortos, fisicamente, (João 5:25,26) mas também vivificar as almas mortas dos homens. (Vide Gên 2:7; João 20:22; 1 Cor. 15:45.)

(b) A preparação humana. Estritamente falando, o homem não pode cooperar no ato de regeneração, que é um ato soberano de Deus; mas o homem pode tomar parte na preparação para o novo nascimento. Qual é essa preparação? Resposta: Arrependimento e fé.
4. Efeitos da regeneração.
Podemos agrupá-los sob três tópicos: posicionais (adoção); espirituais (união com Deus); práticos (a vida de justiça).

(a) Posicionais. Quando a pessoa passa pela transformação espiritual conhecida como regeneração, torna-se filho de Deus e beneficiário de todos os privilégios dessa filiação. Assim escreve o Dr. William Evans: "Pela adoção, o crente, que já é filho de Deus, recebe o lugar de filho adulto; dessa forma o menino torna-se filho, o filho menor torna-se adulto." (Gál. 4:1-7.) A palavra "adoção" significa literalmente: "dar a posição de filhos" e refere-se, no uso comum, ao homem que toma para seu lar crianças que não são as suas pelo nascimento.
Quanto à doutrina, devemos distinguir entre adoção e regeneração: o primeiro é um termo legal que indica conceder o privilégio de filiação a um que não é membro da família; o segundo significa a transformação espiritual que toma a pessoa filho de Deus e participante da natureza divina. Contudo, na própria
experiência, é difícil separar os dois, visto que a regeneração e a adoção representam a dupla experiência da filiação.
No Novo Testamento a filiação comum é, às vezes, definida pelo termo "filhos" ("uioi"— no grego), termo que originou a palavra "adoção"; outras vezes é definida pela palavra "tekna", no grego, também traduzida por "filhos", que significa literalmente "os gerados", significando a regeneração. As duas idéias são distintas e ao mesmo tempo combinadas nas seguintes passagens: "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder (implicando adoção) de serem feitos filhos de Deus... os quais... nasceram... de Deus" (João 1:12,13). "Vede quão grande caridade nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados (implicando adoção) filhos de Deus (a palavra que significa "gerados" de Deus)" (1 João 3:1). Em Rom. 8: 15,16 as duas idéias se entrelaçam: "Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos Abba, Pai. O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus."

(b) Espirituais. Devido à sua natureza, a regeneração envolve união espiritual com Deus e com Cristo
mediante o Espírito Santo; e essa união espiritual envolve habitação divina (2 Cor. 6:16-18; Gál. 2:20; 4:5,6; 1 João 3:24; 4:13.) Essa união resulta em um novo tipo de vida e de caráter, descrito de várias maneiras; novidade de vida (Rom. 6:4); um novo coração (Ezeq. 36:26); um novo espírito (Ezeq. 11:19); um novo homem (Efés. 4:24); participantes da natureza divina (2 Ped. 1:4). O dever do crente é manter seu contacto com Deus mediante os vários meios de graça e dessa forma preservar e nutrir a sua vida espiritual.

(c) Práticos. A pessoa nascida de Deus demonstrará esse fato pelo ódio que tem ao pecado (1 João 3:9; 5:18), por obras de justiça (1 João 2:29), pelo amor fraternal (1 João 4:7) e pela vitória que alcança sobre o mundo (1 João 5:4).
Devemos evitar estes dois extremos: primeiro, estabelecer um padrão tão baixo que a regeneração se torne questão de reforma natural; segundo, estabelecer um padrão elevado demais que não leve em conta as fraquezas dos crentes. Crentes novos que estão aprendendo a andar com Jesus estão sujeitos a tropeçar, como o bebê que aprende a andar. Mesmo os crentes mais velhos podem
ser surpreendidos em alguma falta. João declara que é absolutamente inconsistente que a pessoa nascida de Deus, portadora da natureza divina, continue a viver habitualmente no pecado (1 João 3.9), mas ao mesmo tempo ele tem cuidado em escrever: "Se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo" (1 João 2:1).

Os Meios de Regeneração Espirituais

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O Grande Conflito

Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua lei e Sua soberania sobre o Universo. Este conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e Eva em pecado. Este pecado humano resultou na deformação da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua conseqüente devastação por ocasião do dilúvio mundial. 

Observado por toda a criação, este mundo tornou-se palco do conflito universal, dentro do qual será
finalmente vindicado o Deus de amor. Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e os anjos leais, para os guiar, proteger e amparar no caminho da salvação.
Razões Bíblicas|Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12- 14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 6-8; II Ped. 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9

1 Vida, Morte e Ressurreição de Cristo

Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam esta expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expiação perfeita vindica a
justiça da lei de Deus e a benignidade de Seu caráter; pois ela não somente condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Ela proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo joelho, no Céu e na Terra.
Razões Bíblicas|S. João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I S. João 2:2; 4:10; Col. 2:15

2| A Experiência da Salvação  

Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, Se tornasse
pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconheçamos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação advém do divino poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados, adotados como filhos e filhas de Deus e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em nosso coração, e recebemos o poder para levar uma vida santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza de salvação agora e no Juízo.


Razões Bíblicas|Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; S. João 3:16; II Cor. 5:17-21: Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I S. João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; S. João 3:3-8; S. Mat. 18:3; I S. Ped. 1:23, 2:21; Heb. 8:7-12

O Grande Conflito - A Experiência da Salvação

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domingo, 15 de outubro de 2017
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As Escrituras Sagradas

As Escrituras Sagradas, o Antigo e Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para salvação. As Escrituras Santas são a infalível revelação de Sua vontade.Constituem o padrão de caráter, o prova de experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na História.
Razões Bíblicas|2 Pedro 1:20, 21; 2 Tim. 3:16, 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5, 6; Isa. 8:20; João 17:17; 1 Tess. 2:13; Heb. 4:12
02| A Trindade

Há um só Deus: Pai, Filho, e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de Sua auto-revelação. Para sempre é digno de culto, adoração, e serviço por parte de toda criação.
Razões Bíblicas|Deut. 6:4; Mat. 28:19; 2 Cor. 13:14; Efé. 4:4-6; 1 Pedro 1:2; 1 Tim. 1:17; Apoc.. 14:7
03| Deus Pai

Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é
justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-se, e grande em cosntante amor e fidelidade. As qualidades e poderes manifestos no Filho e o Espírito Santo também constituem revelações do Pai.
Razões Bíblicas|Gen. 1:1; Apoc. 4:11; 1 Cor. 15:28; João 3:16; 1 João 4:8; 1 Tim. 1:17; Ex. 34:6, 7; John 14:9
04| Deus Filho

Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo paara sempre verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente homem, Jesus, o Cristo. Ele foi concebido do Espírito Santo e nasceu da virgem a Maria. Viveu, e experimentou a tentação como um ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Por Seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu voluntariamente na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez, em glória, para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas.

Razões Bíblicas|João 1:1-3, 14; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 6:23; 2 Cor. 5:17-19; João 5:22; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; Heb. 2:9-18; 1 Cor. 15:3, 4; Heb. 8:1, 2; João 14:1-3

As Escrituras Sagradas - A Palavra de Deus escrita

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A SOLUÇÃO PARA OS PROBLEMAS DA VIDA
Em que consiste a esperança? Como se pode cultivá-la? Que benefícios ela oferece?

Uma pessoa sem esperança é alguém sem sonhos, sem ideais, sem otimismo, sem futuro. Quando não há esperança, o desespero toma conta da vida.  A verdadeira esperança ajuda a resolver nossos problemas e antecipa o amanhecer de um dia melhor, quando cessarão as angústias humanas e haverá bem-estar completo para todos.

Esse é o tema luminoso destas páginas. Conheça a fonte da esperança e renove sua vida!


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Ainda Existe Esperança - A Fonte da Esperança e Renove sua Vida

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quinta-feira, 12 de outubro de 2017
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Jesus é fonte inesgotável.

A qualquer momento, a qualquer hora, em qualquer lugar, sem pagar nada, sem sacrifícios, você pode beber água viva.

Jesus é fonte inesgotável.


1 Coríntios 10:4, e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo.

João 4.13 e 14, Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna.

Jesus Cristo é fonte eterna por isso é inesgotável.
Israel bebeu no deserto de uma fonte espiritual, quando Moisés tocou a rocha e água jorrou.

E Hoje, nós bebemos da mesma fonte, Jesus.

Na eternidade beberemos dessa mesma fonte, Jesus. Apocalipse 22:1 Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro.

Todas as fontes que o mundo oferece, além de não saciarem a sede do coração do homem, desaparecerão.
Jesus é fonte inesgotável de água viva, porque Jesus é o princípio e o fim, o alfa e o ômega.

Um dia, todos os livros de meditação virarão pó.
Um dia, todos os ensinamentos de Buda serão esquecidos.
Um dia, todos os escritos para tentar saciar a sede do homem serão apagados e de nada servirão.

Mas as palavras de Jesus são eternas. Passarão os céus e a terra; mas, as palavras de Jesus não passarão.

Jesus é fonte de transformação.

Quem bebe dessa fonte, não permanece o mesmo.
Essa fonte cura feridas, essa fonte limpa os pecados,
Essa fonte muda o coração,
Essa fonte dá uma nova natureza,
Essa fonte dá vida abundante.

A fonte é Jesus, a água que Ele dá é o Espírito Santo.

Você é transformado porque quando você bebe na fonte, a água da fonte passa a viver em você.
Por isso ela é chamada de água viva. Quando você bebe na fonte a água da fonte passa a fluir a partir de você.

As outras fontes que existem, mas que não são fontes de águas vivas não produzem refrigério para o coração. As pessoas estão sempre buscando, mas, nunca alcançando.
Em todas elas as mudanças são buscadas de fora para dentro.

Jesus, a fonte de água viva nos muda de dentro para fora:

2 Coríntios 3:18, E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.

Sem que eu perceba, sem que você perceba o Espírito Santo, a água viva que flui de dentro de nós, vai nos moldando à imagem de Cristo, porque:  Filipenses 1:6, Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.

Se você ainda não veio à fonte, venha para Jesus. Se você está sedento, se sua vida é sem sentido, se você está sempre com aquele sentimento de que alguma coisa está faltando; Jesus está dizendo para você: se você tem sede venha a mim e beba...

Se você já veio, descubra as inesgotáveis e eternas riquezas que há nessa fonte.

Jesus é fonte inesgotável.

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1. Fé é acreditar, mesmo sem ver
1. Compreensão

Para ter fé, é preciso compreender aquilo em que você acredita. Sem compreensão não há fé verdadeira, só uma aceitação cega sem utilidade. Alguém pode explicar para você qual ônibus você precisa pegar mas se você não compreender não vai ajudar.
“Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.” - Hebreus 11:1 – não podemos ver Deus, nem o Céu. Ter fé em Deus é acreditar mesmo sem ver.

2. Deus se agrada com a fé

“Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam.” - Hebreus 11:6 – se você não crê em Deus, como poderá aceitar Jesus como Seu filho, que morreu por você?
2. Aceitação

Quando você compreende, você precisa decidir se aceita como verdade ou não. Você pode
compreender as instruções para pegar o ônibus mas achar que estão erradas. Ter fé implica acreditar
que é verdade.
3. Deus te ajuda a ter fé

“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus;” - Efésios 2:8 – para ser salvo você precisa compreender que Jesus morreu por seus pecados, aceitar isso como verdade e agir, declarando-O como seu salvador. Isso é fé. Deus nos ajuda a ter fé, dando entendimento e convicção da verdade.
3. Ação

Agir prova que você tem fé. Se você não pegar o ônibus depois de ouvir as instruções, será que você acreditou mesmo na informação? Uma nova crença muda naturalmente coisas em sua vida
Veja aqui: como ter mais fé?

4. Fé é uma escolha
 
A fé não implica falta de evidência. Jesus deu muita evidência aos discípulos para acreditarem (Atos dos Apóstolos 1:3). Ter fé é acreditar na evidência. Eu posso não crer que o sol vai nascer amanhã, mesmo com a evidência de ter sempre amanhecido todos os dias de minha vida. A fé é uma escolha.
Todo mundo tem fé e vive de acordo com sua fé. Quem tem fé que o sol vai nascer amanhã dorme sem preocupar com isso durante a noite. Quem tem fé que a ciência é o caminho para a verdade procura aprender mais da ciência. Quem tem fé que Deus existe tenta agradá-Lo.

Nossa fé em Deus vai aumentado na medida em que compreendemos mais. Por isso é muito importante estudar a Bíblia para entender o que Deus tem para você e aceitar essas verdades. Isso depois será refletido em sua vida diária (Tiago 2:22). A fé leva à ação.

A fé deve produzir em nós o desejo de realizar boas obras. Uma fé egoísta, em minha opinião, nem
deveria ser chamada de fé. A nossa fé é para nós e também para ser espalhada ao nosso redor. “Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.” (Tg 2. 26)

Além de todos estes significados, a Bíblia ainda mostra que o justo, ou seja, aquele que teme a Deus e anda nos Seus caminhos, viverá pela fé. Ela é como o ar que ele respira; sem ela o justo não vive a vida preparada por Deus para ele. “todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma.” (Hb 10. 38)


Há ainda muito mais que falar sobre a fé. Voltarei a abordar o assunto em outros artigos. Por hora creio que deu para entendermos o significado profundo da fé. Creio que devemos avaliar a nossa fé diariamente e buscarmos enquadrá-la no modelo bíblico, que é o modelo dado a nós por Deus.

Deus te ajuda a ter fé

Posted by : FrTutorial no Brasil
domingo, 1 de outubro de 2017
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